Shakespeare e música brasileira
“O Mundo é um Palco” é um espetáculo de rua itinerante que celebra a diversidade cultural e musical do Brasil, trazendo a obra de William Shakespeare por meio de ritmos brasileiros autênticos. Inspirado nas expressões populares, o espetáculo utiliza o baião, maracatu, choro, sertanejo, carimbó, entre outros, para contar histórias que dialogam com nossa alma e essência humana.
O espetáculo não se limita a reproduzir Shakespeare. Aqui, a grande protagonista é a riqueza cultural do Brasil, que se mescla à dramaturgia clássica para criar um teatro genuinamente brasileiro. O público é imerso em uma experiência viva, repleta de música ao vivo, atividades circenses, o olhar brasileiro, e a ocupação de espaços urbanos e comunitários.
Em sua essência, “O Mundo é um Palco” propõe reflexões sobre questões sociais contemporâneas, como preconceitos raciais, xenofobia, desigualdade de gênero e os direitos de minorias. O espetáculo transforma o palco em um espaço de valorização e celebração da diversidade humana, promovendo a formação de uma consciência mais justa, igualitária e social.
A peça se destaca pela interatividade com o público e sua capacidade de adaptar-se a diferentes cenários, ocupando ruas, praças e espaços públicos com uma força transformadora. Cada apresentação é única, proporcionando uma experiência inclusiva e plural, em que a cultura brasileira brilha e se afirma. A música autoral, com ritmos tipicamente brasileiros, amplifica essa experiência e reforça a importância da arte para o fortalecimento da identidade cultural.
Com um olhar crítico e poético, “O Mundo é um Palco” convida o público a refletir sobre seu papel na sociedade e a importância da arte na construção de uma sociedade mais humana, acolhedora e sem preconceitos.
O “Baião do Bardo” é uma das 10 músicas que compõem a trilha sonora do espetáculo “O Mundo é um Palco” do Cena IV – Shakespeare Cia e do Instituto Shakespeare Brasil (ISB), a peça que une ritmos brasileiros e Shakespeare, busca apresentar o autor e sua obra para os que não o conhecem e também para seus fãs, de uma maneira única e mostrando o porque ele é o autor mais importante da literatura mundial e é considerado “o inventor do humano”.
Esta é uma pergunta muito comum nas plateias que desde o ano de 2004 assistem e acompanham o espetáculo. Afinal por buscar a ocupação dos mais diversos espaços, a valorização da música e da cultura brasileira e a maior divulgação da obra de William Shakespeare, o espetáculo pode se configurar de diversas maneiras diferentes, trazendo em cada apresentação trechos diferentes da mesma peça ou até peças diferentes das últimas apresentadas, sempre apresentadas pelos ritmos mais diversos de nosso Brasil!
Espetáculo produzido para se adequar a qualquer ambiente, palcos, espaços adaptados e ruas com o objetivo de levar Shakespeare para todos! Deste modo, já esteve em teatros, pátios de escolas, praças, estações de metrô, festivais, terminais rodoviários, entre outros.
A nova versão do espetáculo, desenvolvida em 2022, traz um verdadeiro mergulho e valorização musical e cultural brasileira, apresentando ritmos de nosso povo, como o baião, carimbó, maracatu, sertanejo e outros.
Projeto “Um olhar brasileiro para Shakespeare”, produzido com supervisão do Instituto Shakespeare Brasil.
Trechos de diversas obras do Bardo – comédias, tragédias e dramas históricos – sonetos e curiosidades de sua vida e obra.
Valorização do artista e dos ritmos brasileiros.
Shakespeare é Universal, fala do ser humano!
Espetáculo itinerante que leva Shakespeare para todos de maneira clara – Como a obra realmente deve ser.
Espetáculo presente no projeto “Shakespeare Network” dentro da University of the West of Scotland ! 2021.
Espetáculo que representou o Brasil dentro do projeto mundial Shakespeare Lives do British Council | 2016 nas estações do Metrô de São Paulo.
Devido ao sucesso em 2016, voltou as estações do Metrô da capital paulista nas comemorações dos 443 anos do autor | 2017.
Espetáculo apresentado nas edições de 2017, 2018 e 2019 do Festival de Teatro Curitiba – FRINGE.
O projeto “O Mundo é um Palco”, iniciou-se em 2004 pelo Centro de Pesquisas do Cena IV, e no decorrer dos seus quase 20 anos de existência, recebeu novas linguagens e roupagens para sempre levar Shakespeare aos mais diversos locais e para todos!
A dupla que transforma a trilha da peça em um verdadeiro show romântico brega. Com canções exageradas e -claro – cheias de emoção, comentam a história com música. Como bons cronistas, ajudam a guiar o público pelo caos amoroso da história.
Com lealdade e discrição – menos os dançarinos – são personagens que aparecem nos momentos decisivos da história. Eles orientam as localizações, arrumam tudo, ajudam a resolver as confusões, prender quem precisa ser preso, estão presentes nos momentos de suspiros de amor, também estão lá para confirmar os casamentos inesperados -?? – e claro, dançam e dão ritmo a nossa história.
É o marinheiro que ajuda Viola logo após o naufrágio. É ele quem a auxilia a iniciar sua nova identidade. Sem imaginar, acaba dando início a toda a cadeia de confusões da história.
Criado da casa de Olivia e cúmplice das travessuras de Sir Toby e Maria. Participa com entusiasmo da grande armação contra Malvólio. Está sempre ali para ajudar quando a situação pede um pouco de confusão.
O bobo – ou a boba – da casa de Olívia, cantor, filósofo e especialista em dizer verdades disfarçadas de piada. Circula entre todos os personagens observando suas loucuras e falhas. Com suas ironias, parece sempre entender mais da vida do que todo mundo.
Capitão do mar que salva Sebastian após o naufrágio. Corajoso e profundamente leal, acompanha o jovem mesmo correndo riscos. Sua amizade -??- sincera adiciona emoção em meio às confusões da comédia.
Criada de Olívia e uma das mentes mais afiadas da casa – gigante em inteligência e malícia. É ela quem cria o plano da carta falsa que leva Malvólio a se comportar de forma patética.
Cavaleiro rico, desajeitado e facilmente influenciável. Acredita que é um grande conquistador e que tem boas chances com Olivia — mesmo quando tudo indica o contrário. Sua ingenuidade garante algumas das situações absurdas.
Tio de Olívia e grande defensor da diversão sem limites. Vive bebendo, festejando e transformando a casa da sobrinha em um verdadeiro carnaval. É também um dos principais responsáveis pelas confusões que movimentam a história.
Mordomo de Olivia, rígido e absolutamente convencido de sua própria importância – o que falta é deixar isso claro para sua senhora. Detesta as festas, a música ou qualquer sinal que altere a organização da casa. Justamente por isso, o leva para ser o alvo perfeito para uma armadilha cômica.
Condessa elegante que, desde a morte do irmão, jurou viver em luto e não se apaixonar por ninguém. Claro que esse plano dura pouco quando ela conhece um misterioso mensageiro. Determinada e intensa, mergulha sem medo nesta busca amorosa – e confusa.
Governante da ilha e representante absoluto do drama romântico. Vive suspirando por Olívia, embalado por músicas apaixonadas e declarações exageradas. Ama tanto o amor – e a ele mesmo – que às vezes parece mais apaixonado pela ideia de sofrer do que pela própria pessoa.
Irmãos gêmeos – ou muito parecidos – separados por um naufrágio, isso já dá uma boa pista de que vem confusão. Viola se disfarça de homem, assumindo o nome de Cesário, e acaba trabalhando para o Duque Orsino. Quando Sebastian aparece, as identidades se embaralham de vez.